Quais são as vantagens de migrar para a Nuvem?

Olá pessoal,

Hoje vamos falar um pouco sobre Cloud Computing e as grandes dúvidas que esta atrai. Ao iniciar um processo de avaliação de migração para a nuvem, uma empresa sempre irá se preocupar em fazer os calculos para validar se realmente irá ter vantagens com esse processo, se irá economizar algo de fato. Porém ao fazer esses cálculos, os técnicos geralmente acabam não analisando todas as questões envolvidos e consequentemente não conseguem demonstrar de uma forma adequada a viabilidade do processo.

A ideia neste post é demonstrar justamente demonstrar de uma forma lúdica, os custos envolvidos e que devem ser considerados na hora de avaliar se sua empresa terá vantagens nesta migração.

Ao fazer essa avaliação, a primeira dica importante é que olhar para os custos de software e hardware que sua empresa deixará de ter é apenas a ponta de um grande Iceberg. Migrar uma estrutura para a nuvem lhe trará uma série de benefícios que na grande maioria das empresas não está presente.

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Como você pode observar na imagem acima, transferir sua estrutura para a nuvem envolve uma série de benefícios que normalmente não conseguimos pelo mesmo custo em nossa rede local. Podemos citar como exemplo como Recuperação de desastre, manutenção com time técnico especializado, maior segurança das informações, gerenciamento baseado nas boas práticas do Mercado, etc.

Em outras palavras, esperar um valor menor ao migrar para a nuvem, não é uma grande verdade, mas garantir uma estrutura muito mais moderna e especializada por um custo acessível pela empresa é o ponto principal.

Vale destacar também que em muitos casos a redução irá ocorrer dentro de casa, redução de Espaço físico (locação), menos aquisição de hardware, redução no time técnico, etc.

Muitas ferramentas de nuvem permitem que você faça uma simulação de custo e isso irá lhe ajudar na criação da estimative que será apresentada para sua diretoria. Por exemplo, o Windows Azure, possui uma calculadora que você pode usar para consultar esses valores, ela pode ser acessada a partir do seu próprio Web Site.

Planejando seu ambiente para garantir sucesso em seus projetos

Project

Um dos fatores mais comuns que cooperam com a falha de um projeto é justamente a falta do planejamento adequado do mesmo. Por mais que hoje em dia ITIL, COBIT, PMBOK e outros frameworks de gestão e planejamento estejam em alta no mercado, ter uma visão completa sobre o projeto que será executado, com as informações adequadas que permitam uma previsão real e clara sobre como será o desenrolar das tarefas ainda é uma tarefa bastante árdua para muitas das empresas e equipes técnicas do mercado.

Muitos técnicos ainda tem o péssimo hábito de chutar valores ou contar apenas com sua experiência para definir prazos, no geral há pouca conversa com as partes interessadas, quase nada é feito com relação a análise do ambiente e em diversos casos não são criadas documentações que deveriam ser utilizadas como guias para a equipe técnica.

Você deve estar se perguntando, mas então qual é a sua recomendação para a elaboração de um bom projeto?

Todo projeto precisa ter um mínimo de informação necessária tanto sobre o cliente, quanto sobre sua infraestrutura para que seja possível a execução de um trabalho adequado. Seguir bons frameworks do mercado para gerenciar todas essas tarefas é fundamental, mas agora é que vem a grande dica!

Os fabricantes no geral disponibilizam sempre boas ferramentas que podem ser utilizadas para auxiliar principalmente na avaliação técnica do ambiente e a ideia agora é fazer um resumo das principais e mais úteis que poderíamos utilizar para fazer esse levantamento e avaliação do ambiente.

Começando com as tecnologias voltadas para a Nuvem:

Microsoft Azure Cost Estimator Tool 

                 Esta ferramenta que pode ser Baixada do site da Microsoft, é utilizada para avaliar o ambiente atual e com isso recomendar o ambiente ideal que deveria ser montado no Windows Azure para atender a demanda. Em um projeto de migração para nuvem, essa é uma tarefa bastante crítica, dimensionar a configuração das VMs ou se realmente será necessário usar uma VM não é uma tarefa das mais simples. Agora você não só conseguirá estimar a configuração de ambiente necessário, como também será capaz de calcular um custo estimado para os próximos 31 dias de trabalho no Azure.

Calculadora do Azure

                 A calculadora de preços do Azure é outra ótima ferramenta para dimensionar o quanto irá gastar com a implementação de um serviço específico, ela é bastante útil para o cliente que precisa ter uma estimativa muito próxima sobre o quanto irá gastar com a opção de ter sua estrutura funcionando na nuvem.

Pensando em sua infraestrutura local:

Microsoft Assessment & Planning Toolkit 

                 Com a ferramenta MAP, você pode avaliar sua infraestrutura local e determinar as tecnologias certas para suas necessidades de TI. A ferramenta permite que você forneça inventário rápido, permite que você planeje migrações de estação de trabalhos e servidores, faz avaliação de produtos e até a criação de propostas, etc.

Performance Analysis of Logs (PAL) Tool 

                 Quando você tem um problema, mas não sabe qual contador de performance deve usar para avaliar corretamente o problema e apontar a solução de forma assertiva, você pode usar a ferramenta PAL, como ela você consegue gerar os contadores e fazer a avaliação de performance do ambiente do seu cliente de uma forma adequada, facilitando a identificação da falha ou até do ponto de gargalo.

Em resumo, aqui em poucas palavras, apresentamos algumas das diversas ferramentas disponibilizadas pela Microsoft para que seus projetos tenham maior chance de sucesso e a satisfação de seus clientes sejam ainda maiores.

Venha para o Mundo de Cloud Computing….

Os menores custos, a flexibilidade para expandir a infraestrutura de TI, melhorias na segurança do armazenamento de dados e a facilidade de poder acessar as aplicações corporativas remotamente têm impulsionado até as empresas mais conservadoras a migrar suas aplicações para a nuvem.
A expansão desta tecnologia atinge diretamente as empresas brasileiras. No nosso continente, 39% das companhias possuem aplicativos hospedados na nuvem, ao passo que nos Estados Unidos esse número é de 19%, e na Europa, 12% das empresas, de acordo com a análise da Tata Consultancy.
Segundo pesquisa realizada pela empresa IDC, nos dias de hoje, cerca de 30% dos servidores no Brasil são virtuais e até 2015, esse número ultrapassará 70%.
Estamos entrando na era da computação virtualizada e do mercado Cloud, por tanto conhecer sobre o assunto, estudar sobre o mesmo e se certificar é algo de suma importância para os técnicos de hoje.
Para muitos gerentes de TI, escolher o momento certo de migrar os seus ambientes, escolher como efetuar essa migração, qual tecnologia utilizar e como utilizar ainda é um fator de extrema preocupação e de grande dificuldade para a tomada de decisões estratégicas dentro do negócio. O que podemos dizer é que existem diversos sites tratando sobre o assunto e mostrando principalmente que Cloud não veio para gerar desempregos e sim para criar novas áreas e novas oportunidades.
De acordo com a Information Systems Audit and Control Association (ISACA), entidade internacional da área de segurança, embora a computação em nuvem possibilite valor para as organizações, a maioria ignora os impactos da transferência de tomadas de decisão de gestores de TI para os executivos de negócios.
Na visão de Ramss Gallego, membro do comitê de práticas da Isaca, cloud computing representa uma oportunidade única para as empresas, particularmente para as pequenas e médias.
Por outro lado, para a associação, esquecer a fiscalização e o controle das decisões sobre cloud pode gerar “riscos significativos” para as companhias, eliminando os benefícios da mudança para a nuvem e, ao mesmo tempo, criando “graves problemas”.
“Somente por meio do controle e do gerenciamento da nuvem é possível obter todo o potencial do modelo”, analisa a Isaca. Para ajudar as empresas a gerenciar possíveis “pontos de pressão” que começam a aparecer quando as estratégias de computação em nuvem divergem dos serviços de TI prestados internamente ou do regime de outsourcing, a entidade publicou o relatório “Guiding Principles for Cloud Computing Adoption and Use”, que contém os seguintes princípios fundamentais:
1. Habilitação
É necessário planejar a computação em nuvem como uma estratégia que vai muito além de um simples acordo de terceirização ou de uma plataforma técnica. É adequado ainda considerar os negócios e as necessidades operacionais e periodicamente revisar a estratégia empresarial e a contribuição da TI para garantir que as iniciativas de cloud ampliaram a e vão cotinuar a ampliar o valor da utilização de recursos.
2. Custo/benefício
É preciso avaliar os benefícios da adoção do modelo a partir de uma compreensão total do custo em comparação com outras plataformas tecnológicas. As empresas devem, por exemplo, documentar, de forma clara, as vantagens esperadas de rápido provisionamento de recursos, escalabilidade e capacidade de continuidade e ainda o custo do ciclo de vida dos serviços de TI prestados internamente ou por meio de um provedor.
3. Risco
Convém adotar uma perspectiva de gerenciamento de risco para a empresa monitorar a adoção e o uso da computação em nuvem. Para entender esse princípio, a Isaca recomenda que as organizações considerem as implicações de privacidade no ambiente virtualizado e avaliem ainda as exigências e restrições legais de privacidade, considerando as necessidades do cliente.
4. Capacidade
É necessário integrar todas as capacidades que os prestadores de serviços oferecem aos recursos internos para fornecer uma solução de entrega e suporte técnico abrangente. Para isso, a Isaca aponta que é adequado, por exemplo, determinar como as políticas, práticas e processos atualmente suportam o uso de tecnologia.
Além disso, como a transição para uma nuvem exigirá políticas, práticas e mudanças de processos, e o impacto que elas terão sobre as capacidades.
5. Responsabilidade
Definir claramente as responsabilidades internas e dos provedores do serviço. Para isso, entenda como são atribuídas as responsabilidades e executadas na estrutura organizacional e de que forma políticas e práticas são tratadas no âmbito soluções de cloud computing.
6. Confiança
Segundo a Isaca, é vital fazer da confiança parte essencial das soluções em nuvem, gerando segurança em todos os processos de negócios que dependem de cloud. Assegure que os prestadores de serviços de software compreendam a importância da confiança.
A Green Treinamento olhando para este mundo de tecnologia na Nuvem, acaba de lançar um pacote para formação de administradores de Private Cloud, formando profissionais para esse novo mundo que vem crescendo cada vez mais. Quer conhecer um pouco sobre esse novo pacote de cursos oficiais, acesse o link http://alturl.com/dperu  

Computação em nuvem: preocupação para TI, festa para os usuários

Por PC World/EUA

Publicada em 14 de fevereiro de 2011 às 08h00

O que a nuvem tem a oferecer para os usuários “normais” – aqueles sem ou com pouco conhecimento técnico – pode superar em muito os supostos riscos.

A preocupação dos CIOs com a segurança dos dados na nuvem é justificada. Ainda assim, o modelo de computação em nuvem faz total sentido.

Existem muitas pessoas com uma visão crítica acerca da computação em nuvem e, provavelmente, sou uma delas. Ocorre que fatos importantes estão mudando minha maneira de pensar sobre o assunto.

Experimente apreciar outras características dessa plataforma e investigar o que, afinal de contas, a nuvem significa para uma miríade de pessoas – longe dos executivos e dos CIOs.

Para um público com pouca intimidade em TI, a nuvem oferece vantagens relevantes. Quem nunca passou por uma situação e que há perda de documentos ou de dados importantes por causa de uma queda repentina no fornecimento de energia?

Suítes de produtividade online, como o Google Docs e o Microsoft Office Web Apps, tornam impossível perder um documento, pois os arquivos são salvos automaticamente a cada poucos segundos. Além disso é possível voltar ao estado anterior de uma planilha ou de um documento texto.

Salvar, o que é isso?
O mais interessante nesse modelo de funcionamento é que os usuários não precisam ter noção do que vem a ser “salvar” um arquivo. Não existem mais a necessidade de saber isso. O mesmo vale para tipos de sistemas de arquivos – ninguém precisa se preocupar com esse detalhe quando opera no modelo de computação em nuvem.

A computação em nuvem oferece um local mais seguro que sistemas desktop e mídias tradicionais quando chegada a hora de armazenar um arquivo. CDs, DVDs e até discos rígidos são pouco resistentes às ações do tempo e outros acidentes.

O único motivo pelo qual os dados não devem ser posicionados na nuvem é o risco de falência das empresas que oferecem o serviço. Mas, francamente, não consigo ver uma organização igual ao Google falir da noite para o dia.

Que tal apreciar a computação em nuvem a partir do ponto de vista de um programador? A plataforma de cloud oferece uma possibilidade até então inédita. Escrever aplicativos independentemente do sistema operacional.

Se o programador for capaz de escrever um aplicativo que rode satisfatoriamente em browsers como o Chrome ou o Firefox, essa solução irá funcionar muitíssimo bem em sistemas operacionais diversos, como Linux e Mac OS. Dispositivos móveis também são bem-vindos no ambiente – pelo menos aqueles modernos que rodem os programas a partir da nuvem.

Disponível sempre
E o que os usuários finais acham da computação em nuvem? Eles amam. O simples fato de saber que, uma vez armazenado em um servidor, o arquivo estará disponível sempre, deixa esse público mais que feliz.

Se um colega modificou o conteúdo de uma planilha de cálculo, basta entrar na rede para acessar o arquivo e ver as modificações. Se for necessário, pode ainda dar uma bronca no colega usando a plataforma de bate-papo da Google.

A gerência de TI pode até reclamar da falta de segurança da nuvem, mas aos olhos dos reles mortais, essa preocupação é inexistente e assim o valor da nuvem dobra em sua percepção. Flexibilidade não tem nada a ver com falta de segurança, mas vai explicar isso ao CSO.

Para o usuário final, o fato de várias pessoas terem acesso ao mesmo arquivo é um sonho que se transforma em realidade, e não venha com conversa de segurança ou de dados sigilosos na nuvem , não com o usuário.

(Keir Thomas)

Estudioso afirma que "nuvem será mais importante que Internet"

Segundo Mike Nelson, a percepção do futuro da Web ainda é turva e a cloud ganharia relevância a partir disso.

Por IDG News Service / Boston

13 de julho de 2010 – 15h40

“A computação na nuvem está prestes a bater a internet em importância”. A afirmação parte do docente da Georgetown University, Mike Nelson e foi feita nos auspícios da World Future Society Conference, na sexta-feira, (9/7).

Enquanto os desenvolvedores da internet tinham uma perspectiva clara e dispunham do poder para tomar as decisões sobre que caminhos percorrer – resultando naquilo que experimentamos hoje em dia – Nelson questionou a capacidade dos desenvolvedores da atualidade em entender a dinâmica da expansão da web.

“Nos anos 90´ havia uma ideia muito clara acerca das possibilidades da internet; como nos faltam a visão e a percepção daquela época pode ser que falhemos na aproximação com a web do futuro”, diz o professor.

Se a percepção que temos da web dos próximos anos nos parece turvada, é essencial entender como se dará o crescimento da nuvem. “Ela é mais importante que a web”, diz o docente ao se referir ao ambiente cloud.

Nuvem e democracia?

A computação na nuvem deverá possibilitar às nações em desenvolvimento o acesso a um contingente de softwares antes acessível somente para países desenvolvidos. Para pequenas empresas o ambiente das nuvens será uma maneira de economizar recursos, uma vez que podem se beneficiar de estruturas de software e de hardware como a solução oferecida pela Amazon, o Elastic Compute Cloud, para armazenar e processar os dados, sem ter de investir em equipamento.

Se os resultados do levantamento realizado pelo Pew Internet and Amrican Life Project estiverem corretos no que se refere à aproximação dos EUA com a web, as previsões de Nelson podem estar acertadas.

Em 2000 a organização realizou a primeira pesquisa e perguntou aos entrevistados se eles usavam o recurso de computação na nuvem. As respostas positivas foram inferiores a 10 por cento. A mesma pesquisa foi feita em maio desse ano e a adesão à tecnologia cloud cresceu para casa dos 66 pontos.

De maneira a enfatizar a importância da nuvem no dia–a-dia, a pesquisa também revela o aumento na participação de dispositivos móveis no tráfego de dados entre os aparelhos e a nuvem.

Nuvem e ventos

Nelson chama atenção para a falta de regulamentação e de desenvolvimento, marcantes no ambiente cloud. “Há vários ventos que nos afastam da nuvem”, diz.

Entre esses “ventos” Nelson cita a possibilidade de os fornecedores de soluções na nuvem, desenvolverem softwares proprietários e terminarem por prender os clientes às soluções. Ele chama isso de nuvens “parcialmente “abertas.

“Se os consumidores exercerem a pressão necessária, talvez cheguemos a esperada nuvem universal”, explica.

Na lista de desafios postos à cloud computing encontram-se: regulamentações governamentais, empresas de entretenimento voltadas ao combate da pirataria e países rumando em direção a um modelos de nuvem próprio – tementes de uma possível dominância mundial imposta pelos EUA.

Internet e sociedade

Outro foco do levantamento feito pela Pew Research Center, liderado por Lee Rainie, é a influência exercida pela Internet na inteligência dos usuários e na maneira de relacionamento das pessoas. O estudo também evidenciou a questão da privacidade na rede mundial de computadores.

Sobre a inteligência e a internet, a pesquisa conclui que a influência será relativa à postura do usuário. Haverá aquele disposto a assimilar tudo que o Google lhe responder e haverá os internautas preocupados em aglutinar informações e formar uma base cognoscitiva sólida e plural. A diretora do Imagining, Jann Anderson responde que o problema não está na tecnologia. À frente do instituto sediado na Elon University, na Carolina do Norte, Jann afirma que as pessoas não têm identificado qualquer indício de influência negativa da web nas relações sociais. Também foi dito que as relações mantidas nos círculos virtuais não resultam em amizades mais profundas. Na perspectiva de Jann, a internet provê às pessoas uma plataforma, em que podem ser mais extrovertidas ou mais tímidas.

Quem quer privacidade?

Jovens formam a parcela mais criticada pela publicação de dados excessivamente privados nas redes sociais, como o Facebook. De acordo com o levantamento, isso deverá continuar a ser uma tendência. Rainie, do instituto de pesquisas Pew Internet, avisa que o público jovem integrou as redes sociais no cotidiano e que as usa na formação de laços sociais. No tocante à pirataria, Rainie diz que existem movimentos de identificação de usuários mais precisos, o que deve inibir a prática