Quais são as vantagens de migrar para a Nuvem?

Olá pessoal,

Hoje vamos falar um pouco sobre Cloud Computing e as grandes dúvidas que esta atrai. Ao iniciar um processo de avaliação de migração para a nuvem, uma empresa sempre irá se preocupar em fazer os calculos para validar se realmente irá ter vantagens com esse processo, se irá economizar algo de fato. Porém ao fazer esses cálculos, os técnicos geralmente acabam não analisando todas as questões envolvidos e consequentemente não conseguem demonstrar de uma forma adequada a viabilidade do processo.

A ideia neste post é demonstrar justamente demonstrar de uma forma lúdica, os custos envolvidos e que devem ser considerados na hora de avaliar se sua empresa terá vantagens nesta migração.

Ao fazer essa avaliação, a primeira dica importante é que olhar para os custos de software e hardware que sua empresa deixará de ter é apenas a ponta de um grande Iceberg. Migrar uma estrutura para a nuvem lhe trará uma série de benefícios que na grande maioria das empresas não está presente.

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Como você pode observar na imagem acima, transferir sua estrutura para a nuvem envolve uma série de benefícios que normalmente não conseguimos pelo mesmo custo em nossa rede local. Podemos citar como exemplo como Recuperação de desastre, manutenção com time técnico especializado, maior segurança das informações, gerenciamento baseado nas boas práticas do Mercado, etc.

Em outras palavras, esperar um valor menor ao migrar para a nuvem, não é uma grande verdade, mas garantir uma estrutura muito mais moderna e especializada por um custo acessível pela empresa é o ponto principal.

Vale destacar também que em muitos casos a redução irá ocorrer dentro de casa, redução de Espaço físico (locação), menos aquisição de hardware, redução no time técnico, etc.

Muitas ferramentas de nuvem permitem que você faça uma simulação de custo e isso irá lhe ajudar na criação da estimative que será apresentada para sua diretoria. Por exemplo, o Windows Azure, possui uma calculadora que você pode usar para consultar esses valores, ela pode ser acessada a partir do seu próprio Web Site.

Portas POP, SMTP e IMAP do Office 365

O365

É comum para usuários que trabalham com o serviço de e-mail do Office 365, ter que configurar um servidor SMTP, POP ou até mesmo IMAP em um cliente ou serviço de disparo de e-mails.

Normalmente é ai que surgem as dúvidas! Qual é a URL que devo informar? Qual porta de serviço ele utiliza?

Pois bem, para ajudá-los neste sentido, seguem abaixo as portas utilizadas para essa tarefa:

Configuração do IMAP
Endereço do Servidor: outlook.office365.com
Porta: 993
Método de Criptografia: SSL

Configuração do POP
Endereço do Servidor: outlook.office365.com
Porta: 995
Método de Criptografia: SSL

Configuração do SMTP
Endereço do Servidor: smtp.office365.com
Porta: 587
Método de Criptografia: SSL

Vale lembrar que o Office 365 trabalha com conexão do tipo Active Sync, sendo assim, você precisa utilizar o cliente de e-mail que suporte este tipo de conexão. Segundo a Microsoft, você deve usar o Outlook a partir do 2007 ou ainda Outlook for MAC 2011, Windows 8 Mail, Mail do iPhone, Android, etc.

 

Planejando seu ambiente para garantir sucesso em seus projetos

Project

Um dos fatores mais comuns que cooperam com a falha de um projeto é justamente a falta do planejamento adequado do mesmo. Por mais que hoje em dia ITIL, COBIT, PMBOK e outros frameworks de gestão e planejamento estejam em alta no mercado, ter uma visão completa sobre o projeto que será executado, com as informações adequadas que permitam uma previsão real e clara sobre como será o desenrolar das tarefas ainda é uma tarefa bastante árdua para muitas das empresas e equipes técnicas do mercado.

Muitos técnicos ainda tem o péssimo hábito de chutar valores ou contar apenas com sua experiência para definir prazos, no geral há pouca conversa com as partes interessadas, quase nada é feito com relação a análise do ambiente e em diversos casos não são criadas documentações que deveriam ser utilizadas como guias para a equipe técnica.

Você deve estar se perguntando, mas então qual é a sua recomendação para a elaboração de um bom projeto?

Todo projeto precisa ter um mínimo de informação necessária tanto sobre o cliente, quanto sobre sua infraestrutura para que seja possível a execução de um trabalho adequado. Seguir bons frameworks do mercado para gerenciar todas essas tarefas é fundamental, mas agora é que vem a grande dica!

Os fabricantes no geral disponibilizam sempre boas ferramentas que podem ser utilizadas para auxiliar principalmente na avaliação técnica do ambiente e a ideia agora é fazer um resumo das principais e mais úteis que poderíamos utilizar para fazer esse levantamento e avaliação do ambiente.

Começando com as tecnologias voltadas para a Nuvem:

Microsoft Azure Cost Estimator Tool 

                 Esta ferramenta que pode ser Baixada do site da Microsoft, é utilizada para avaliar o ambiente atual e com isso recomendar o ambiente ideal que deveria ser montado no Windows Azure para atender a demanda. Em um projeto de migração para nuvem, essa é uma tarefa bastante crítica, dimensionar a configuração das VMs ou se realmente será necessário usar uma VM não é uma tarefa das mais simples. Agora você não só conseguirá estimar a configuração de ambiente necessário, como também será capaz de calcular um custo estimado para os próximos 31 dias de trabalho no Azure.

Calculadora do Azure

                 A calculadora de preços do Azure é outra ótima ferramenta para dimensionar o quanto irá gastar com a implementação de um serviço específico, ela é bastante útil para o cliente que precisa ter uma estimativa muito próxima sobre o quanto irá gastar com a opção de ter sua estrutura funcionando na nuvem.

Pensando em sua infraestrutura local:

Microsoft Assessment & Planning Toolkit 

                 Com a ferramenta MAP, você pode avaliar sua infraestrutura local e determinar as tecnologias certas para suas necessidades de TI. A ferramenta permite que você forneça inventário rápido, permite que você planeje migrações de estação de trabalhos e servidores, faz avaliação de produtos e até a criação de propostas, etc.

Performance Analysis of Logs (PAL) Tool 

                 Quando você tem um problema, mas não sabe qual contador de performance deve usar para avaliar corretamente o problema e apontar a solução de forma assertiva, você pode usar a ferramenta PAL, como ela você consegue gerar os contadores e fazer a avaliação de performance do ambiente do seu cliente de uma forma adequada, facilitando a identificação da falha ou até do ponto de gargalo.

Em resumo, aqui em poucas palavras, apresentamos algumas das diversas ferramentas disponibilizadas pela Microsoft para que seus projetos tenham maior chance de sucesso e a satisfação de seus clientes sejam ainda maiores.

Brasil está atrasado na adoção da cloud computing, segundo pesquisa

País avançou 22 posições, mas ainda está cerca de 30 pontos abaixo das nações mais desenvolvidas

Cloud Computing

Os BRICS (Brasil, Rússia, Índia e China) estão atrás dos países desenvolvidos em relação à computação na nuvem. Segundo a Reuters, a Aliança de Negócios de Software (BSA) afirmou que todas as nações citadas estão nos últimos lugares do ranking de uma pesquisa realizada em 24 países.

Neste ano, o Brasil subiu da última posição para a 22ª com uma soma de 44,1 pontos em um máximo de 100. China, Índia e Rússia também avançaram duas posições cada, pontuando 51,5, 53,1 e 59,1, respectivamente.

A demanda por serviços de computação em nuvem tem crescido rapidamente, já que estes são mais baratos do que produtos tradicionais instalados em data centers.

Os 24 países avaliados na pesquisa representam 80% da indústria de TI no mundo. Eles foram estudados em sete áreas, incluindo a privacidade de dados, segurança, liberdade de comércio, proteção à propriedade intelectual, infraestrutura e suporte aos padrões da indústria.

O Japão ficou em primeiro lugar na lista, seguido pela Austrália, Estados Unidos, Grã Bretanha e Coréia do Sul, todos com pontuações acima de 70.

Fonte: Olhar Digital
07/03/2013

Venha para o Mundo de Cloud Computing….

Os menores custos, a flexibilidade para expandir a infraestrutura de TI, melhorias na segurança do armazenamento de dados e a facilidade de poder acessar as aplicações corporativas remotamente têm impulsionado até as empresas mais conservadoras a migrar suas aplicações para a nuvem.
A expansão desta tecnologia atinge diretamente as empresas brasileiras. No nosso continente, 39% das companhias possuem aplicativos hospedados na nuvem, ao passo que nos Estados Unidos esse número é de 19%, e na Europa, 12% das empresas, de acordo com a análise da Tata Consultancy.
Segundo pesquisa realizada pela empresa IDC, nos dias de hoje, cerca de 30% dos servidores no Brasil são virtuais e até 2015, esse número ultrapassará 70%.
Estamos entrando na era da computação virtualizada e do mercado Cloud, por tanto conhecer sobre o assunto, estudar sobre o mesmo e se certificar é algo de suma importância para os técnicos de hoje.
Para muitos gerentes de TI, escolher o momento certo de migrar os seus ambientes, escolher como efetuar essa migração, qual tecnologia utilizar e como utilizar ainda é um fator de extrema preocupação e de grande dificuldade para a tomada de decisões estratégicas dentro do negócio. O que podemos dizer é que existem diversos sites tratando sobre o assunto e mostrando principalmente que Cloud não veio para gerar desempregos e sim para criar novas áreas e novas oportunidades.
De acordo com a Information Systems Audit and Control Association (ISACA), entidade internacional da área de segurança, embora a computação em nuvem possibilite valor para as organizações, a maioria ignora os impactos da transferência de tomadas de decisão de gestores de TI para os executivos de negócios.
Na visão de Ramss Gallego, membro do comitê de práticas da Isaca, cloud computing representa uma oportunidade única para as empresas, particularmente para as pequenas e médias.
Por outro lado, para a associação, esquecer a fiscalização e o controle das decisões sobre cloud pode gerar “riscos significativos” para as companhias, eliminando os benefícios da mudança para a nuvem e, ao mesmo tempo, criando “graves problemas”.
“Somente por meio do controle e do gerenciamento da nuvem é possível obter todo o potencial do modelo”, analisa a Isaca. Para ajudar as empresas a gerenciar possíveis “pontos de pressão” que começam a aparecer quando as estratégias de computação em nuvem divergem dos serviços de TI prestados internamente ou do regime de outsourcing, a entidade publicou o relatório “Guiding Principles for Cloud Computing Adoption and Use”, que contém os seguintes princípios fundamentais:
1. Habilitação
É necessário planejar a computação em nuvem como uma estratégia que vai muito além de um simples acordo de terceirização ou de uma plataforma técnica. É adequado ainda considerar os negócios e as necessidades operacionais e periodicamente revisar a estratégia empresarial e a contribuição da TI para garantir que as iniciativas de cloud ampliaram a e vão cotinuar a ampliar o valor da utilização de recursos.
2. Custo/benefício
É preciso avaliar os benefícios da adoção do modelo a partir de uma compreensão total do custo em comparação com outras plataformas tecnológicas. As empresas devem, por exemplo, documentar, de forma clara, as vantagens esperadas de rápido provisionamento de recursos, escalabilidade e capacidade de continuidade e ainda o custo do ciclo de vida dos serviços de TI prestados internamente ou por meio de um provedor.
3. Risco
Convém adotar uma perspectiva de gerenciamento de risco para a empresa monitorar a adoção e o uso da computação em nuvem. Para entender esse princípio, a Isaca recomenda que as organizações considerem as implicações de privacidade no ambiente virtualizado e avaliem ainda as exigências e restrições legais de privacidade, considerando as necessidades do cliente.
4. Capacidade
É necessário integrar todas as capacidades que os prestadores de serviços oferecem aos recursos internos para fornecer uma solução de entrega e suporte técnico abrangente. Para isso, a Isaca aponta que é adequado, por exemplo, determinar como as políticas, práticas e processos atualmente suportam o uso de tecnologia.
Além disso, como a transição para uma nuvem exigirá políticas, práticas e mudanças de processos, e o impacto que elas terão sobre as capacidades.
5. Responsabilidade
Definir claramente as responsabilidades internas e dos provedores do serviço. Para isso, entenda como são atribuídas as responsabilidades e executadas na estrutura organizacional e de que forma políticas e práticas são tratadas no âmbito soluções de cloud computing.
6. Confiança
Segundo a Isaca, é vital fazer da confiança parte essencial das soluções em nuvem, gerando segurança em todos os processos de negócios que dependem de cloud. Assegure que os prestadores de serviços de software compreendam a importância da confiança.
A Green Treinamento olhando para este mundo de tecnologia na Nuvem, acaba de lançar um pacote para formação de administradores de Private Cloud, formando profissionais para esse novo mundo que vem crescendo cada vez mais. Quer conhecer um pouco sobre esse novo pacote de cursos oficiais, acesse o link http://alturl.com/dperu  

Treinamento e exame de certificação de Cloud Computing, BI e Green IT

Olá a todos,

Segue uma dica bacana para todos que se interessam por Governança….

A High IT Consulting em conjunto com a EXIN Brasil irá realizar uma turma de pré-lançamento dos seguintes produtos: BiSL, Green IT e Cloud Computing. Serão as primeiras turmas realizadas na américa latina para posterior lançamento dos produtos no mercado em 19/04/12.

Os interessados em participar desta turma de pessoas previamente selecionadas e formadoras de opinião basta acessar o site: www.facebook.com/highit

Após acessar a página clicar na aba de promoções e clicar em Quero Participar do treinamento desejado (o mesmo candidato poderá clicar nos 3 treinamentos). Será sorteado uma vaga para cada treinamento e exame de certificação. A promoção somente é válida no facebook. Mais informações sobre os produtos abaixo:

BiSL – Framework voltado a como se gerenciar melhor as informações do negócio integrando-se ao ITIL®, ASL® e CMMI (informações detalhadas; http://www.highitconsulting.com/folder/bisl.pdf)

Green IT – Como desenvolver estratégias verdes na organização através da TI ( informações detalhadas; http://www.highitconsulting.com/folder/greenit.pdf)

Cloud Computing – Framework de como se implementar, gerenciar e contratar serviços de cloud computing (informações detalhadas; http://www.highitconsulting.com/folder/cloud.pdf)

Dúvidas; contato@highitconsulting.com

Computação em nuvem: preocupação para TI, festa para os usuários

Por PC World/EUA

Publicada em 14 de fevereiro de 2011 às 08h00

O que a nuvem tem a oferecer para os usuários “normais” – aqueles sem ou com pouco conhecimento técnico – pode superar em muito os supostos riscos.

A preocupação dos CIOs com a segurança dos dados na nuvem é justificada. Ainda assim, o modelo de computação em nuvem faz total sentido.

Existem muitas pessoas com uma visão crítica acerca da computação em nuvem e, provavelmente, sou uma delas. Ocorre que fatos importantes estão mudando minha maneira de pensar sobre o assunto.

Experimente apreciar outras características dessa plataforma e investigar o que, afinal de contas, a nuvem significa para uma miríade de pessoas – longe dos executivos e dos CIOs.

Para um público com pouca intimidade em TI, a nuvem oferece vantagens relevantes. Quem nunca passou por uma situação e que há perda de documentos ou de dados importantes por causa de uma queda repentina no fornecimento de energia?

Suítes de produtividade online, como o Google Docs e o Microsoft Office Web Apps, tornam impossível perder um documento, pois os arquivos são salvos automaticamente a cada poucos segundos. Além disso é possível voltar ao estado anterior de uma planilha ou de um documento texto.

Salvar, o que é isso?
O mais interessante nesse modelo de funcionamento é que os usuários não precisam ter noção do que vem a ser “salvar” um arquivo. Não existem mais a necessidade de saber isso. O mesmo vale para tipos de sistemas de arquivos – ninguém precisa se preocupar com esse detalhe quando opera no modelo de computação em nuvem.

A computação em nuvem oferece um local mais seguro que sistemas desktop e mídias tradicionais quando chegada a hora de armazenar um arquivo. CDs, DVDs e até discos rígidos são pouco resistentes às ações do tempo e outros acidentes.

O único motivo pelo qual os dados não devem ser posicionados na nuvem é o risco de falência das empresas que oferecem o serviço. Mas, francamente, não consigo ver uma organização igual ao Google falir da noite para o dia.

Que tal apreciar a computação em nuvem a partir do ponto de vista de um programador? A plataforma de cloud oferece uma possibilidade até então inédita. Escrever aplicativos independentemente do sistema operacional.

Se o programador for capaz de escrever um aplicativo que rode satisfatoriamente em browsers como o Chrome ou o Firefox, essa solução irá funcionar muitíssimo bem em sistemas operacionais diversos, como Linux e Mac OS. Dispositivos móveis também são bem-vindos no ambiente – pelo menos aqueles modernos que rodem os programas a partir da nuvem.

Disponível sempre
E o que os usuários finais acham da computação em nuvem? Eles amam. O simples fato de saber que, uma vez armazenado em um servidor, o arquivo estará disponível sempre, deixa esse público mais que feliz.

Se um colega modificou o conteúdo de uma planilha de cálculo, basta entrar na rede para acessar o arquivo e ver as modificações. Se for necessário, pode ainda dar uma bronca no colega usando a plataforma de bate-papo da Google.

A gerência de TI pode até reclamar da falta de segurança da nuvem, mas aos olhos dos reles mortais, essa preocupação é inexistente e assim o valor da nuvem dobra em sua percepção. Flexibilidade não tem nada a ver com falta de segurança, mas vai explicar isso ao CSO.

Para o usuário final, o fato de várias pessoas terem acesso ao mesmo arquivo é um sonho que se transforma em realidade, e não venha com conversa de segurança ou de dados sigilosos na nuvem , não com o usuário.

(Keir Thomas)