Brasil está atrasado na adoção da cloud computing, segundo pesquisa

País avançou 22 posições, mas ainda está cerca de 30 pontos abaixo das nações mais desenvolvidas

Cloud Computing

Os BRICS (Brasil, Rússia, Índia e China) estão atrás dos países desenvolvidos em relação à computação na nuvem. Segundo a Reuters, a Aliança de Negócios de Software (BSA) afirmou que todas as nações citadas estão nos últimos lugares do ranking de uma pesquisa realizada em 24 países.

Neste ano, o Brasil subiu da última posição para a 22ª com uma soma de 44,1 pontos em um máximo de 100. China, Índia e Rússia também avançaram duas posições cada, pontuando 51,5, 53,1 e 59,1, respectivamente.

A demanda por serviços de computação em nuvem tem crescido rapidamente, já que estes são mais baratos do que produtos tradicionais instalados em data centers.

Os 24 países avaliados na pesquisa representam 80% da indústria de TI no mundo. Eles foram estudados em sete áreas, incluindo a privacidade de dados, segurança, liberdade de comércio, proteção à propriedade intelectual, infraestrutura e suporte aos padrões da indústria.

O Japão ficou em primeiro lugar na lista, seguido pela Austrália, Estados Unidos, Grã Bretanha e Coréia do Sul, todos com pontuações acima de 70.

Fonte: Olhar Digital
07/03/2013

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Venha para o Mundo de Cloud Computing….

Os menores custos, a flexibilidade para expandir a infraestrutura de TI, melhorias na segurança do armazenamento de dados e a facilidade de poder acessar as aplicações corporativas remotamente têm impulsionado até as empresas mais conservadoras a migrar suas aplicações para a nuvem.
A expansão desta tecnologia atinge diretamente as empresas brasileiras. No nosso continente, 39% das companhias possuem aplicativos hospedados na nuvem, ao passo que nos Estados Unidos esse número é de 19%, e na Europa, 12% das empresas, de acordo com a análise da Tata Consultancy.
Segundo pesquisa realizada pela empresa IDC, nos dias de hoje, cerca de 30% dos servidores no Brasil são virtuais e até 2015, esse número ultrapassará 70%.
Estamos entrando na era da computação virtualizada e do mercado Cloud, por tanto conhecer sobre o assunto, estudar sobre o mesmo e se certificar é algo de suma importância para os técnicos de hoje.
Para muitos gerentes de TI, escolher o momento certo de migrar os seus ambientes, escolher como efetuar essa migração, qual tecnologia utilizar e como utilizar ainda é um fator de extrema preocupação e de grande dificuldade para a tomada de decisões estratégicas dentro do negócio. O que podemos dizer é que existem diversos sites tratando sobre o assunto e mostrando principalmente que Cloud não veio para gerar desempregos e sim para criar novas áreas e novas oportunidades.
De acordo com a Information Systems Audit and Control Association (ISACA), entidade internacional da área de segurança, embora a computação em nuvem possibilite valor para as organizações, a maioria ignora os impactos da transferência de tomadas de decisão de gestores de TI para os executivos de negócios.
Na visão de Ramss Gallego, membro do comitê de práticas da Isaca, cloud computing representa uma oportunidade única para as empresas, particularmente para as pequenas e médias.
Por outro lado, para a associação, esquecer a fiscalização e o controle das decisões sobre cloud pode gerar “riscos significativos” para as companhias, eliminando os benefícios da mudança para a nuvem e, ao mesmo tempo, criando “graves problemas”.
“Somente por meio do controle e do gerenciamento da nuvem é possível obter todo o potencial do modelo”, analisa a Isaca. Para ajudar as empresas a gerenciar possíveis “pontos de pressão” que começam a aparecer quando as estratégias de computação em nuvem divergem dos serviços de TI prestados internamente ou do regime de outsourcing, a entidade publicou o relatório “Guiding Principles for Cloud Computing Adoption and Use”, que contém os seguintes princípios fundamentais:
1. Habilitação
É necessário planejar a computação em nuvem como uma estratégia que vai muito além de um simples acordo de terceirização ou de uma plataforma técnica. É adequado ainda considerar os negócios e as necessidades operacionais e periodicamente revisar a estratégia empresarial e a contribuição da TI para garantir que as iniciativas de cloud ampliaram a e vão cotinuar a ampliar o valor da utilização de recursos.
2. Custo/benefício
É preciso avaliar os benefícios da adoção do modelo a partir de uma compreensão total do custo em comparação com outras plataformas tecnológicas. As empresas devem, por exemplo, documentar, de forma clara, as vantagens esperadas de rápido provisionamento de recursos, escalabilidade e capacidade de continuidade e ainda o custo do ciclo de vida dos serviços de TI prestados internamente ou por meio de um provedor.
3. Risco
Convém adotar uma perspectiva de gerenciamento de risco para a empresa monitorar a adoção e o uso da computação em nuvem. Para entender esse princípio, a Isaca recomenda que as organizações considerem as implicações de privacidade no ambiente virtualizado e avaliem ainda as exigências e restrições legais de privacidade, considerando as necessidades do cliente.
4. Capacidade
É necessário integrar todas as capacidades que os prestadores de serviços oferecem aos recursos internos para fornecer uma solução de entrega e suporte técnico abrangente. Para isso, a Isaca aponta que é adequado, por exemplo, determinar como as políticas, práticas e processos atualmente suportam o uso de tecnologia.
Além disso, como a transição para uma nuvem exigirá políticas, práticas e mudanças de processos, e o impacto que elas terão sobre as capacidades.
5. Responsabilidade
Definir claramente as responsabilidades internas e dos provedores do serviço. Para isso, entenda como são atribuídas as responsabilidades e executadas na estrutura organizacional e de que forma políticas e práticas são tratadas no âmbito soluções de cloud computing.
6. Confiança
Segundo a Isaca, é vital fazer da confiança parte essencial das soluções em nuvem, gerando segurança em todos os processos de negócios que dependem de cloud. Assegure que os prestadores de serviços de software compreendam a importância da confiança.
A Green Treinamento olhando para este mundo de tecnologia na Nuvem, acaba de lançar um pacote para formação de administradores de Private Cloud, formando profissionais para esse novo mundo que vem crescendo cada vez mais. Quer conhecer um pouco sobre esse novo pacote de cursos oficiais, acesse o link http://alturl.com/dperu  

Treinamento e exame de certificação de Cloud Computing, BI e Green IT

Olá a todos,

Segue uma dica bacana para todos que se interessam por Governança….

A High IT Consulting em conjunto com a EXIN Brasil irá realizar uma turma de pré-lançamento dos seguintes produtos: BiSL, Green IT e Cloud Computing. Serão as primeiras turmas realizadas na américa latina para posterior lançamento dos produtos no mercado em 19/04/12.

Os interessados em participar desta turma de pessoas previamente selecionadas e formadoras de opinião basta acessar o site: www.facebook.com/highit

Após acessar a página clicar na aba de promoções e clicar em Quero Participar do treinamento desejado (o mesmo candidato poderá clicar nos 3 treinamentos). Será sorteado uma vaga para cada treinamento e exame de certificação. A promoção somente é válida no facebook. Mais informações sobre os produtos abaixo:

BiSL – Framework voltado a como se gerenciar melhor as informações do negócio integrando-se ao ITIL®, ASL® e CMMI (informações detalhadas; http://www.highitconsulting.com/folder/bisl.pdf)

Green IT – Como desenvolver estratégias verdes na organização através da TI ( informações detalhadas; http://www.highitconsulting.com/folder/greenit.pdf)

Cloud Computing – Framework de como se implementar, gerenciar e contratar serviços de cloud computing (informações detalhadas; http://www.highitconsulting.com/folder/cloud.pdf)

Dúvidas; contato@highitconsulting.com

Computação em nuvem: preocupação para TI, festa para os usuários

Por PC World/EUA

Publicada em 14 de fevereiro de 2011 às 08h00

O que a nuvem tem a oferecer para os usuários “normais” – aqueles sem ou com pouco conhecimento técnico – pode superar em muito os supostos riscos.

A preocupação dos CIOs com a segurança dos dados na nuvem é justificada. Ainda assim, o modelo de computação em nuvem faz total sentido.

Existem muitas pessoas com uma visão crítica acerca da computação em nuvem e, provavelmente, sou uma delas. Ocorre que fatos importantes estão mudando minha maneira de pensar sobre o assunto.

Experimente apreciar outras características dessa plataforma e investigar o que, afinal de contas, a nuvem significa para uma miríade de pessoas – longe dos executivos e dos CIOs.

Para um público com pouca intimidade em TI, a nuvem oferece vantagens relevantes. Quem nunca passou por uma situação e que há perda de documentos ou de dados importantes por causa de uma queda repentina no fornecimento de energia?

Suítes de produtividade online, como o Google Docs e o Microsoft Office Web Apps, tornam impossível perder um documento, pois os arquivos são salvos automaticamente a cada poucos segundos. Além disso é possível voltar ao estado anterior de uma planilha ou de um documento texto.

Salvar, o que é isso?
O mais interessante nesse modelo de funcionamento é que os usuários não precisam ter noção do que vem a ser “salvar” um arquivo. Não existem mais a necessidade de saber isso. O mesmo vale para tipos de sistemas de arquivos – ninguém precisa se preocupar com esse detalhe quando opera no modelo de computação em nuvem.

A computação em nuvem oferece um local mais seguro que sistemas desktop e mídias tradicionais quando chegada a hora de armazenar um arquivo. CDs, DVDs e até discos rígidos são pouco resistentes às ações do tempo e outros acidentes.

O único motivo pelo qual os dados não devem ser posicionados na nuvem é o risco de falência das empresas que oferecem o serviço. Mas, francamente, não consigo ver uma organização igual ao Google falir da noite para o dia.

Que tal apreciar a computação em nuvem a partir do ponto de vista de um programador? A plataforma de cloud oferece uma possibilidade até então inédita. Escrever aplicativos independentemente do sistema operacional.

Se o programador for capaz de escrever um aplicativo que rode satisfatoriamente em browsers como o Chrome ou o Firefox, essa solução irá funcionar muitíssimo bem em sistemas operacionais diversos, como Linux e Mac OS. Dispositivos móveis também são bem-vindos no ambiente – pelo menos aqueles modernos que rodem os programas a partir da nuvem.

Disponível sempre
E o que os usuários finais acham da computação em nuvem? Eles amam. O simples fato de saber que, uma vez armazenado em um servidor, o arquivo estará disponível sempre, deixa esse público mais que feliz.

Se um colega modificou o conteúdo de uma planilha de cálculo, basta entrar na rede para acessar o arquivo e ver as modificações. Se for necessário, pode ainda dar uma bronca no colega usando a plataforma de bate-papo da Google.

A gerência de TI pode até reclamar da falta de segurança da nuvem, mas aos olhos dos reles mortais, essa preocupação é inexistente e assim o valor da nuvem dobra em sua percepção. Flexibilidade não tem nada a ver com falta de segurança, mas vai explicar isso ao CSO.

Para o usuário final, o fato de várias pessoas terem acesso ao mesmo arquivo é um sonho que se transforma em realidade, e não venha com conversa de segurança ou de dados sigilosos na nuvem , não com o usuário.

(Keir Thomas)

Estudioso afirma que "nuvem será mais importante que Internet"

Segundo Mike Nelson, a percepção do futuro da Web ainda é turva e a cloud ganharia relevância a partir disso.

Por IDG News Service / Boston

13 de julho de 2010 – 15h40

“A computação na nuvem está prestes a bater a internet em importância”. A afirmação parte do docente da Georgetown University, Mike Nelson e foi feita nos auspícios da World Future Society Conference, na sexta-feira, (9/7).

Enquanto os desenvolvedores da internet tinham uma perspectiva clara e dispunham do poder para tomar as decisões sobre que caminhos percorrer – resultando naquilo que experimentamos hoje em dia – Nelson questionou a capacidade dos desenvolvedores da atualidade em entender a dinâmica da expansão da web.

“Nos anos 90´ havia uma ideia muito clara acerca das possibilidades da internet; como nos faltam a visão e a percepção daquela época pode ser que falhemos na aproximação com a web do futuro”, diz o professor.

Se a percepção que temos da web dos próximos anos nos parece turvada, é essencial entender como se dará o crescimento da nuvem. “Ela é mais importante que a web”, diz o docente ao se referir ao ambiente cloud.

Nuvem e democracia?

A computação na nuvem deverá possibilitar às nações em desenvolvimento o acesso a um contingente de softwares antes acessível somente para países desenvolvidos. Para pequenas empresas o ambiente das nuvens será uma maneira de economizar recursos, uma vez que podem se beneficiar de estruturas de software e de hardware como a solução oferecida pela Amazon, o Elastic Compute Cloud, para armazenar e processar os dados, sem ter de investir em equipamento.

Se os resultados do levantamento realizado pelo Pew Internet and Amrican Life Project estiverem corretos no que se refere à aproximação dos EUA com a web, as previsões de Nelson podem estar acertadas.

Em 2000 a organização realizou a primeira pesquisa e perguntou aos entrevistados se eles usavam o recurso de computação na nuvem. As respostas positivas foram inferiores a 10 por cento. A mesma pesquisa foi feita em maio desse ano e a adesão à tecnologia cloud cresceu para casa dos 66 pontos.

De maneira a enfatizar a importância da nuvem no dia–a-dia, a pesquisa também revela o aumento na participação de dispositivos móveis no tráfego de dados entre os aparelhos e a nuvem.

Nuvem e ventos

Nelson chama atenção para a falta de regulamentação e de desenvolvimento, marcantes no ambiente cloud. “Há vários ventos que nos afastam da nuvem”, diz.

Entre esses “ventos” Nelson cita a possibilidade de os fornecedores de soluções na nuvem, desenvolverem softwares proprietários e terminarem por prender os clientes às soluções. Ele chama isso de nuvens “parcialmente “abertas.

“Se os consumidores exercerem a pressão necessária, talvez cheguemos a esperada nuvem universal”, explica.

Na lista de desafios postos à cloud computing encontram-se: regulamentações governamentais, empresas de entretenimento voltadas ao combate da pirataria e países rumando em direção a um modelos de nuvem próprio – tementes de uma possível dominância mundial imposta pelos EUA.

Internet e sociedade

Outro foco do levantamento feito pela Pew Research Center, liderado por Lee Rainie, é a influência exercida pela Internet na inteligência dos usuários e na maneira de relacionamento das pessoas. O estudo também evidenciou a questão da privacidade na rede mundial de computadores.

Sobre a inteligência e a internet, a pesquisa conclui que a influência será relativa à postura do usuário. Haverá aquele disposto a assimilar tudo que o Google lhe responder e haverá os internautas preocupados em aglutinar informações e formar uma base cognoscitiva sólida e plural. A diretora do Imagining, Jann Anderson responde que o problema não está na tecnologia. À frente do instituto sediado na Elon University, na Carolina do Norte, Jann afirma que as pessoas não têm identificado qualquer indício de influência negativa da web nas relações sociais. Também foi dito que as relações mantidas nos círculos virtuais não resultam em amizades mais profundas. Na perspectiva de Jann, a internet provê às pessoas uma plataforma, em que podem ser mais extrovertidas ou mais tímidas.

Quem quer privacidade?

Jovens formam a parcela mais criticada pela publicação de dados excessivamente privados nas redes sociais, como o Facebook. De acordo com o levantamento, isso deverá continuar a ser uma tendência. Rainie, do instituto de pesquisas Pew Internet, avisa que o público jovem integrou as redes sociais no cotidiano e que as usa na formação de laços sociais. No tocante à pirataria, Rainie diz que existem movimentos de identificação de usuários mais precisos, o que deve inibir a prática