Venha para o Mundo de Cloud Computing….

Os menores custos, a flexibilidade para expandir a infraestrutura de TI, melhorias na segurança do armazenamento de dados e a facilidade de poder acessar as aplicações corporativas remotamente têm impulsionado até as empresas mais conservadoras a migrar suas aplicações para a nuvem.
A expansão desta tecnologia atinge diretamente as empresas brasileiras. No nosso continente, 39% das companhias possuem aplicativos hospedados na nuvem, ao passo que nos Estados Unidos esse número é de 19%, e na Europa, 12% das empresas, de acordo com a análise da Tata Consultancy.
Segundo pesquisa realizada pela empresa IDC, nos dias de hoje, cerca de 30% dos servidores no Brasil são virtuais e até 2015, esse número ultrapassará 70%.
Estamos entrando na era da computação virtualizada e do mercado Cloud, por tanto conhecer sobre o assunto, estudar sobre o mesmo e se certificar é algo de suma importância para os técnicos de hoje.
Para muitos gerentes de TI, escolher o momento certo de migrar os seus ambientes, escolher como efetuar essa migração, qual tecnologia utilizar e como utilizar ainda é um fator de extrema preocupação e de grande dificuldade para a tomada de decisões estratégicas dentro do negócio. O que podemos dizer é que existem diversos sites tratando sobre o assunto e mostrando principalmente que Cloud não veio para gerar desempregos e sim para criar novas áreas e novas oportunidades.
De acordo com a Information Systems Audit and Control Association (ISACA), entidade internacional da área de segurança, embora a computação em nuvem possibilite valor para as organizações, a maioria ignora os impactos da transferência de tomadas de decisão de gestores de TI para os executivos de negócios.
Na visão de Ramss Gallego, membro do comitê de práticas da Isaca, cloud computing representa uma oportunidade única para as empresas, particularmente para as pequenas e médias.
Por outro lado, para a associação, esquecer a fiscalização e o controle das decisões sobre cloud pode gerar “riscos significativos” para as companhias, eliminando os benefícios da mudança para a nuvem e, ao mesmo tempo, criando “graves problemas”.
“Somente por meio do controle e do gerenciamento da nuvem é possível obter todo o potencial do modelo”, analisa a Isaca. Para ajudar as empresas a gerenciar possíveis “pontos de pressão” que começam a aparecer quando as estratégias de computação em nuvem divergem dos serviços de TI prestados internamente ou do regime de outsourcing, a entidade publicou o relatório “Guiding Principles for Cloud Computing Adoption and Use”, que contém os seguintes princípios fundamentais:
1. Habilitação
É necessário planejar a computação em nuvem como uma estratégia que vai muito além de um simples acordo de terceirização ou de uma plataforma técnica. É adequado ainda considerar os negócios e as necessidades operacionais e periodicamente revisar a estratégia empresarial e a contribuição da TI para garantir que as iniciativas de cloud ampliaram a e vão cotinuar a ampliar o valor da utilização de recursos.
2. Custo/benefício
É preciso avaliar os benefícios da adoção do modelo a partir de uma compreensão total do custo em comparação com outras plataformas tecnológicas. As empresas devem, por exemplo, documentar, de forma clara, as vantagens esperadas de rápido provisionamento de recursos, escalabilidade e capacidade de continuidade e ainda o custo do ciclo de vida dos serviços de TI prestados internamente ou por meio de um provedor.
3. Risco
Convém adotar uma perspectiva de gerenciamento de risco para a empresa monitorar a adoção e o uso da computação em nuvem. Para entender esse princípio, a Isaca recomenda que as organizações considerem as implicações de privacidade no ambiente virtualizado e avaliem ainda as exigências e restrições legais de privacidade, considerando as necessidades do cliente.
4. Capacidade
É necessário integrar todas as capacidades que os prestadores de serviços oferecem aos recursos internos para fornecer uma solução de entrega e suporte técnico abrangente. Para isso, a Isaca aponta que é adequado, por exemplo, determinar como as políticas, práticas e processos atualmente suportam o uso de tecnologia.
Além disso, como a transição para uma nuvem exigirá políticas, práticas e mudanças de processos, e o impacto que elas terão sobre as capacidades.
5. Responsabilidade
Definir claramente as responsabilidades internas e dos provedores do serviço. Para isso, entenda como são atribuídas as responsabilidades e executadas na estrutura organizacional e de que forma políticas e práticas são tratadas no âmbito soluções de cloud computing.
6. Confiança
Segundo a Isaca, é vital fazer da confiança parte essencial das soluções em nuvem, gerando segurança em todos os processos de negócios que dependem de cloud. Assegure que os prestadores de serviços de software compreendam a importância da confiança.
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